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Oportunidade e liderança: Como o ecossistema SAP pode transformar negócios no Brasil em 2026

Alessandro Buonopane, CEO Latam e Brasil da GFT Technologies, analisa como SAP e ERP em nuvem impulsionam inovação e competitividade em 2026.

IT Section Por IT Section
19/03/2026 - 15:35
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Foto: Divulgação

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Ao olharmos para o cenário tecnológico brasileiro em 2026, não há como ignorar o papel central que estratégias de transformação digital – especialmente aquelas ancoradas em plataformas ERP de classe mundial como a SAP – terão para a competitividade das empresas. A tecnologia SAP não é apenas mais um elemento de infraestrutura; ela se tornou um motor de inovação, eficiência e inteligência de dados para organizações de todos os setores, com particular impacto no setor financeiro, bancário e segurador, que lida com volumes massivos de transações e requisitos regulatórios rigorosos.

O tema não é emergente, mas muitas organizações adiaram decisões importantes na prática. No ambiente SAP, uma parcela significativa da base instalada ainda opera no sistema legado ECC, e o suporte oficial à versão antiga se encerra em 31 de dezembro de 2027. Isso significa que 2026 é o último ano para planejar e iniciar essa transição com tranquilidade. Quem deixar para depois disputará consultores escassos, pagando mais e assumindo riscos desnecessários. A SAP atende a maior parte das grandes empresas brasileiras – e, para todas elas, o relógio já está correndo.

A SAP tem registrado crescimento consistente na adoção de soluções em nuvem e capacidades inteligentes de gestão, especialmente nas ofertas de Cloud ERP, como RISE with SAP e S/4HANA Cloud, impulsionadas pela procura por ambientes integrados com automação e análise em tempo real. Essa evolução acompanha uma mudança estratégica relevante: a SAP está deixando de ser apenas uma plataforma de gestão empresarial para se tornar uma organização orientada ao modelo AI-First, no qual o S/4HANA Cloud funciona como base de uma arquitetura preparada para inovação contínua com Business AI.

Na prática, o conceito de Business AI significa levar a Inteligência Artificial (IA) para dentro dos fluxos reais de negócio, incorporando recursos inteligentes diretamente nas operações corporativas. Esse movimento inclui o assistente digital Joule e uma série de funcionalidades de IA embarcadas em processos financeiros, logísticos, operacionais e de recursos humanos, permitindo decisões mais rápidas e maior automação sem aumento de complexidade tecnológica.

Essa nova abordagem está diretamente ligada ao conceito de Clean Core, que vem se consolidando como a melhor prática para migração e evolução dos ambientes SAP. O Clean Core consiste em adotar o modelo padrão do S/4HANA com o menor nível possível de customizações no núcleo do sistema, preservando apenas aquilo que representa diferencial competitivo. Essas extensões devem ser construídas fora do core, utilizando a SAP Business Technology Platform (BTP), hoje a base de extensibilidade, integração e inovação do ecossistema SAP. Esse modelo permite atualizações contínuas, com novos recursos e IA embarcada, reduzindo significativamente a complexidade operacional. Não por acaso, o maior desafio em projetos de migração ou upgrade ainda é o grande volume de customizações históricas acumuladas dentro do core do sistema.

Nesse contexto, é importante entender que o SAP S/4HANA não é apenas um ERP isolado, mas o centro de uma suíte integrada de soluções empresariais. Ao redor dele, a SAP oferece aplicações já nativamente conectadas – como Ariba para gestão de compras e fornecedores, SuccessFactors para gestão de pessoas, IBP para planejamento integrado, CX para relacionamento com clientes e Concur para gestão de despesas – formando um ecossistema completo que unifica processos e dados em uma única arquitetura digital.

Fica claro que as empresas que não se prepararem para as mudanças que vêm aí correm o risco de ficar sem suporte técnico e estratégico, comprometendo sua capacidade de acompanhar as exigências de mercado e inovação. Este movimento não é apenas técnico: ele é transformacional para o negócio. Quando o ERP é reposicionado como uma plataforma central de inteligência de negócio, as empresas entram em um caminho de decisões baseadas em dados em tempo real, automação de processos críticos e integração natural com IA, transformando seu core operacional em vantagem competitiva sustentável.

No contexto brasileiro, onde grande parte das companhias ainda está em fases iniciais de migração para o SAP S/4HANA, há uma oportunidade histórica para se posicionar à frente. O setor financeiro é um exemplo claro de como o ERP moderno pode agregar valor estratégico. Em instituições que processam milhões de transações diariamente, a capacidade de integrar dados financeiros em tempo real, automatizar conformidade regulatória e otimizar a gestão de risco não é apenas um diferencial – é uma exigência de mercado. Plataformas como o SAP S/4HANA oferecem essas capacidades nativamente, com ganhos diretos em eficiência, redução de custos operacionais e maior resiliência a interrupções ou variações de demanda.

Para além das organizações financeiras, varejo, agronegócio, manufatura e serviços também estão se beneficiando de ecossistemas integrados que unem dados operacionais e analíticos, permitindo maior precisão nas previsões de demanda, rastreabilidade e flexibilidade para responder às mudanças do mercado. A adoção de soluções em nuvem, combinada com IA, está acelerando esse processo, criando plataformas mais acessíveis e escaláveis para organizações de todos os portes.

No Brasil, a SAP tem sido reconhecida por seu papel de liderança em plataformas de ERP na nuvem, reforçando a importância de soluções flexíveis, integradas e preparadas para inovação contínua. Essa posição é crítica: permite que empresas brasileiras alinhem estratégia de tecnologia e negócios em um ambiente cada vez mais competitivo, regulado e baseado em dados.

A essência dessa transformação é simples, mas profunda: não se trata apenas de migrar sistemas; trata-se de transformar negócios. Companhias que adotam uma visão holística de ERP como plataforma de inteligência e tomam decisões estratégicas com base em dados integrados conseguem não apenas sobreviver, mas prosperar em um ambiente de inovação acelerada. Para instituições financeiras, isso significa melhores mecanismos de gestão de risco, compliance mais eficaz, agilidade operacional e experiências superiores para clientes e colaboradores.

Em 2026, abraçar o ecossistema SAP no Brasil não é apenas uma decisão técnica inevitável – é uma decisão de liderança estratégica. Trata-se de equipar organizações com a capacidade de inovar com rapidez, responder às demandas do mercado e construir modelos de negócio resilientes e conectados à realidade digital global. Contar com uma consultoria parceira experiente nessa jornada pode ser decisivo para transformar a migração tecnológica em um verdadeiro projeto de evolução do negócio, conectando estratégia, tecnologia e inovação de forma sustentável.

*Por Alessandro Buonopane, CEO Latam e Brasil da GFT Technologies.

Tags: ERP em nuvemGFT TechnologiesSAP S/4HANA
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