A Futurex, empresa especializada em segurança criptográfica, está ampliando sua presença na América Latina diante do aumento da demanda por tecnologias de proteção de dados e preparação para a era da computação quântica.
A estratégia da companhia está concentrada no avanço da digitalização, no crescimento de setores como fintechs e na necessidade de proteger informações críticas contra novas ameaças cibernéticas. O Brasil ocupa posição estratégica nesse movimento, com expansão da estrutura técnica local voltada a engenharia, suporte e certificação de soluções para o mercado regional.
CryptoHub reúne recursos para proteção de dados
Entre as principais iniciativas da Futurex está o CryptoHub, plataforma que reúne recursos de gerenciamento de chaves criptográficas, autenticação digital, proteção de dados e suporte a transações financeiras em uma única solução.
A tecnologia foi desenvolvida para atender às necessidades atuais de segurança e também apoiar organizações na transição para padrões de criptografia pós-quântica, diante dos possíveis impactos que a evolução da computação quântica pode trazer aos algoritmos utilizados atualmente.
“Embora a computação quântica ainda esteja em desenvolvimento, a preparação precisa começar agora. A proteção das informações estratégicas exige planejamento de longo prazo e uma transição gradual para novos padrões de segurança”, afirma Santos Campa, vice-presidente da Futurex para América Latina e Caribe.
Empresas aceleram preparação para novos riscos criptográficos
A preocupação com a criptografia pós-quântica cresce diante do avanço dos ataques conhecidos como “coletar agora, descriptografar depois”, nos quais invasores armazenam dados criptografados para tentar acessá-los no futuro com tecnologias mais avançadas.
Segundo a Futurex, suas soluções podem ser implantadas em ambientes de nuvem, infraestruturas híbridas ou operações locais, permitindo que organizações adotem modelos de segurança alinhados às suas necessidades operacionais e regulatórias.
Além do setor financeiro, áreas como governo, identidade digital, autenticação eletrônica e proteção de infraestruturas críticas ampliam a busca por tecnologias criptográficas mais robustas. A companhia destaca que a evolução da segurança digital depende da conscientização das empresas sobre ameaças emergentes e da adoção antecipada de estratégias de proteção.





