quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
SIGA-NOS NO GOOGLE NEWS
IT Section - O essencial da TI em um só lugar
  • Últimas
  • Negócios
  • Segurança
  • Opinião
  • Tecnologia
  • Entrevistas
  • RH
  • Produtos
  • Além da TI
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas
  • Negócios
  • Segurança
  • Opinião
  • Tecnologia
  • Entrevistas
  • RH
  • Produtos
  • Além da TI
Sem Resultados
Ver todos os resultados
IT Section - O essencial da TI em um só lugar
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas
  • Negócios
  • Segurança
  • Opinião
  • Tecnologia
  • Entrevistas
  • RH
  • Produtos
  • Além da TI
Home Notícias Opinião

A vida secreta dos botnets corporativos

Raphael Tedesco, gerente de alianças e parcerias da NSFOCUS, analisa como a expansão da Internet das Coisas está também impulsionando o desenvolvimento e criação de novas botnets.

IT Section Por IT Section
18/09/2023 - 11:39
A A
0
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

CompartilharPostar

Com a agilidade da Internet e a ampla aplicação da tecnologia em todas as frentes de trabalho, as ameaças de DDoS seguem um ritmo de crescimento maior do qualquer outro tipo de tráfego. De 2010 a 2022, a maior parte do tráfego de ataques DDoS foi falsificado por meio de servidores DNS, NTP e LADP mal configurados. Mas todo esse cenário passou recentemente por algumas mudanças, já que pela primeira vez a maior parte desse tráfego malicioso está sendo originado de botnets corporativos.

Sem dúvidas, um dos principais motivos é a ampla aplicação de dispositivos IoT nas empresas. O número de conexões IoT globais cresceu 8% em 2021, o que significa 12,2 bilhões de endpoints ativos, com a expectativa de chegar a 27 bilhões de dispositivos IoT conectados até 2025, de acordo com o relatório “IoT Analytics Research State of IoT – Spring 2022”.

Os botnets corporativos são particularmente perigosos porque são usados em ataques DDoS, que podem ser comercialmente devastadores e extremamente difíceis de interromper, e já forçaram inúmeras empresas a pagarem grandes resgates em vários casos.

Entre as causas para milhares de dispositivos IoT estarem comprometidos, uma das mais graves é em relação às deficiências de gerenciamento na maioria deles. Por exemplo, o acesso remoto é um recurso essencial para a maioria deles, no entanto, é amplamente explorado por cibercriminosos, sendo que muitos dispositivos IoT ainda usam as senhas padrão nas operações e manutenções diárias.

Um ponto que chama a atenção é que até 2022, o tráfego DDoS originado de botnets IoT não era tão relevante, o que se deve em grande parte ao fato de que a maioria dos provedores de serviços de Internet (ISPs) fornecia o serviço de conexão assimétrica para clientes residenciais, ou seja, não era possível ter velocidades iguais de download/upload.

Porém, muita coisa mudou a partir de 2023. Os ISPs começaram a atualizar seus serviços para uma conexão simétrica com velocidade de download e upload de mais de 1 Gbps. Essa mudança resultou no crescimento exponencial do tráfego DDoS de botnets IoT.

Outro fato crítico é que o preço para lançar um DDoS de 100 Gbps caiu significativamente de 2018 a 2022. Ou seja, qualquer pessoa má intencionada pode lançar ataques DDoS para interromper serviços ou atrair negócios com o custo de algumas dezenas de dólares. Além disso, alguns proprietários de botnets são operados legitimamente e se comercializam como “estressores de IP” ou “booters”, que podem ser usados para testar a resiliência de um site.

Isso pode criar um círculo vicioso em que os cibercriminosos capitalizam constantemente o incentivo financeiro adicional para obter mais botnets. E os preços em queda de DDoS como serviço diminuem o limite de habilidade de tais ataques e, portanto, os tornam amplamente aplicados.

De acordo com estudos da NSFOCUS, são sete os fatores de mitigação que devem ser seguidos pelas organizações para limitar os danos causados por botnets corporativas de Internet das Coisas. Ou seja, implementar uma estratégia de segmentação de rede, seguir uma política de senha rígida, verificar a versão do software dos dispositivos IoT em intervalos regulares, monitorar o tráfego de rede de entrada e saída, estabelecer um mecanismo de gerenciamento de vulnerabilidade para priorizar possíveis ameaças e minimizar sua “superfície de ataque”, além de manter uma solução avançada anti-DDoS e a análise de tráfego e visibilidade.

*Por Raphael Tedesco, gerente de alianças e parcerias da NSFOCUS.

Tags: botnetsInteligência das CoisasNSFOCUS
IT Section

IT Section

IT Section é um portal de notícias, artigos, produtos, entrevistas e vídeos sobre tudo o que acontece no mercado de tecnologia.

Veja tambémArtigos

Foto: Divulgação
Opinião

A força de trabalho agêntica: por que o fator humano importa mais do que nunca

Foto: Divulgação
Opinião

Soberania de dados: por que isso importa para a segurança física

Foto: Divulgação
Opinião

Como a IA e os micro SaaS vão transformar o controle de dados e a inovação em 2026

Foto: Divulgação
Opinião

A IA pode ver tudo, mas quem garante a privacidade dos dados públicos?

Próximo Artigo
Foto: Divulgação

Tendências de segurança em TI: Preocupações dos líderes de TI em meio à inovação

Por favor, faça login para comentar

Categorias

  • Casos de sucesso
  • Entrevistas
  • Negócios
  • Notícias
  • Opinião
  • Produtos
  • RH
  • Segurança
  • Tecnologia
  • Arquivo
  • Erramos
  • Home
  • Política de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Sobre

IT Section © 2023 -Todos Direitos Reservados - Powered by ZionLab

Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas
  • Negócios
  • Segurança
  • Opinião
  • Tecnologia
  • Entrevistas
  • RH
  • Produtos
  • Além da TI
Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Para saber mais, visite nossa política de privacidade.