O Bullla alcançou ganhos de produtividade de até dez vezes no desenvolvimento de software após adotar o FLOW, plataforma de IA generativa corporativa da CI&T. Desde o início do projeto, os ciclos de construção de aplicações passaram de meses para semanas, com um ganho médio de cinco vezes registrado apenas no último ano.
Segundo a fintech, a parceria com a CI&T permitiu automação de etapas de codificação, documentação, verificação e uso do conceito de spec driven development, liberando a equipe para focar em estratégia de produtos, arquitetura e priorização, enquanto a IA acelerava identificação de impactos, criação e refinamento de código.
Agentic AI e entrega contínua
Na fase atual, a Bullla evoluiu para o uso de Agentic AI integrados ao FLOW, impulsionando um modelo de entrega contínua e ultrarrápida. O próximo desafio da fintech é ampliar a escalabilidade das operações, aproximando toda a estrutura tecnológica do novo padrão de produtividade e velocidade.
“Esse ganho de velocidade muda completamente nossa capacidade de expansão. Estamos antecipando entregas estratégicas do roadmap e reduzindo drasticamente gargalos que antes travavam nossa operação”, afirma Mauro Gomide, vice-presidente de tecnologia da Bullla. “Com o apoio da CI&T, estamos definindo um modelo pioneiro de uso de IA generativa no setor financeiro.”
FLOW e governança da IA
A CI&T tem estruturado a adoção da IA generativa com foco em governança, segurança de dados e padronização de processos. A plataforma FLOW permite desenvolvimento e publicação acelerados, mantendo rastreabilidade e controle de versões, garantindo a qualidade exigida para ambientes regulados, como o setor financeiro.
“Quando falamos em 10x de produtividade, não estamos nos referindo a um benchmark hipotético. É o que clientes como o Bullla estão experimentando agora, desbloqueando entregas que antes ficavam represadas por meses”, afirma Luis Molan, diretor executivo da CI&T.
O avanço marca um ponto de inflexão na relação entre negócios e engenharia de software. Em 2025, IA generativa deixou de ser ferramenta experimental e se tornou parte estruturante da operação tecnológica, guiando produtividade, novos modelos de entrega e personalização.




