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BioCatch revela alta de golpes com celulares roubados

Relatório aponta crescimento de 140% nos golpes de personificação no Brasil e avanço das fraudes digitais na região.

IT Section Por IT Section
13/05/2026 - 15:23
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Foto: Canva

Foto: Canva

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Um levantamento da BioCatch revelou um avanço significativo dos crimes digitais na América Latina em 2025, com destaque para o crescimento dos golpes de personificação e das fraudes envolvendo celulares roubados no Brasil. Segundo o relatório Tendências de Fraude em Bancos Digitais na América Latina 2026, as tentativas de engenharia social cresceram 155% na região.

No Brasil, embora o volume geral de golpes tenha avançado de forma moderada, duas modalidades chamaram atenção. Os golpes de personificação, em que criminosos se passam por pessoas ou instituições para manipular vítimas, registraram crescimento de aproximadamente 140%. Já os casos de fraude relacionados a celulares roubados dispararam cerca de 340%, principalmente no último trimestre do ano.

O estudo foi elaborado com base em dados de 36 instituições financeiras que atendem mais de 300 milhões de clientes na América Latina.

Criminosos exploram celulares desbloqueados

De acordo com o relatório, uma das estratégias mais utilizadas envolve o roubo de celulares enquanto o aparelho está desbloqueado durante o uso em vias públicas.

Com acesso ao dispositivo, o criminoso utiliza funções de recuperação de senha dos aplicativos bancários e recebe os códigos de autenticação via SMS ou e-mail no próprio aparelho. Em poucos minutos, consegue redefinir credenciais e realizar transferências via Pix antes que a vítima bloqueie o acesso.

Além disso, o estudo aponta que os criminosos têm migrado suas operações do desktop para os dispositivos móveis. Uma sessão de acesso remoto fraudulento no celular dura, em média, 316 segundos, contra 660 segundos no desktop, permitindo maior volume de tentativas e menor risco de detecção.

Fraudes por acesso remoto crescem 409%

O relatório mostra que as fraudes realizadas com ferramentas de acesso remoto cresceram 409% na América Latina. Já os ataques de malware avançaram 225% no período analisado.

Entre os países com maior crescimento em tentativas de tomada de conta estão México, com alta de 311%, Colômbia, com 188%, e Argentina, onde os golpes de engenharia social aumentaram 183%.

As chamadas contas laranja, utilizadas para movimentação de recursos ilícitos, também cresceram 42% em toda a região.

Segundo Diego Baldin, diretor de Global Advisory da BioCatch para a América Latina, os criminosos passaram a combinar técnicas de invasão tecnológica com manipulação psicológica das vítimas.

“O dado de personificação no Brasil é o mais revelador deste relatório. O criminoso não abandonou o malware, os ataques técnicos também cresceram. Mas agora ele atua em mais frentes simultaneamente, e a persuasão se tornou uma delas. Em muitos casos, ele não precisa invadir o sistema do banco: basta convencer a pessoa a fazer a transferência por conta própria. E senhas e tokens não atuam nessa camada”, explica Diego Baldin, diretor de Global Advisory da BioCatch para a América Latina.

Bancos argentinos reduzem contas laranja

O estudo também destacou uma iniciativa realizada na Argentina para compartilhamento de inteligência entre bancos. Em maio de 2025, três instituições financeiras lançaram o BioCatch Trust Argentina, rede de inteligência comportamental em tempo real voltada à prevenção de fraudes.

Segundo o relatório, enquanto as contas laranja cresceram na maior parte da América Latina, a Argentina registrou queda de 27% no segundo semestre após a implementação da iniciativa.

A plataforma cruza dados comportamentais e de dispositivos de forma pseudonimizada para avaliar riscos tanto da conta que envia quanto da conta que recebe recursos.

“No Brasil, já existem iniciativas de compartilhamento de informações entre bancos, mas a escala e a qualidade dessa troca ainda estão longe do que o cenário exige. O relatório mostra que 80% dos executivos bancários acreditam que essa colaboração precisa se intensificar nos próximos cinco anos. A questão é se o Brasil vai esperar ou vai liderar”, conclui Baldin.

O relatório completo pode ser acessado no site da BioCatch.

Tags: BioCatchFraudes digitaisgolpes de personificação
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