domingo, 14 de junho de 2026
SIGA-NOS NO GOOGLE NEWS
IT Section - O essencial da TI em um só lugar
  • Últimas
  • Negócios
  • Segurança
  • Opinião
  • Tecnologia
  • Entrevistas
  • RH
  • Produtos
  • Além da TI
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas
  • Negócios
  • Segurança
  • Opinião
  • Tecnologia
  • Entrevistas
  • RH
  • Produtos
  • Além da TI
Sem Resultados
Ver todos os resultados
IT Section - O essencial da TI em um só lugar
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas
  • Negócios
  • Segurança
  • Opinião
  • Tecnologia
  • Entrevistas
  • RH
  • Produtos
  • Além da TI
Home Notícias Opinião

Além da produtividade: Por que o redesenho de processos será o verdadeiro ROI da IA em 2026

Tadashi Hata, Technology Observatory Head da GFT Technologies, analisa os desafios que ainda limitam a adoção da IA nas empresas.

IT Section Por IT Section
10/06/2026 - 15:29
A A
0
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

CompartilharPostar

A Inteligência Artificial (IA) atingiu um novo patamar de maturidade e aplicabilidade. As ferramentas existem, os casos de sucesso são conhecidos e o potencial de impacto já foi demonstrado em diferentes setores. Ainda assim, a maioria das empresas permanece à margem dessa transformação. Segundo um estudo, apenas cerca de 13% das organizações globais utilizam agentes de IA em seus fluxos de trabalho, um contraste significativo entre capacidade tecnológica e adoção prática.

Hoje já é possível construir sistemas capazes de executar tarefas complexas com autonomia crescente. A chamada IA Agêntica permite que softwares tomem decisões, executem ações e interajam com sistemas corporativos sem intervenção humana constante. A evolução vai além do ambiente digital: a convergência entre IA, sensores avançados e biotecnologia cria o que vem sendo chamado de Living Intelligence, enquanto a chamada IA Física leva a inteligência algorítmica para robôs e sistemas industriais capazes de operar em ambientes reais.

O verdadeiro obstáculo, porém, não é tecnológico. O que impede a adoção em larga escala é um conjunto de fatores organizacionais relativamente conhecidos: medo de substituição de empregos, ausência de indicadores claros de retorno e dificuldade de integrar novas tecnologias a processos legados. Em muitas organizações, a IA ainda é tratada como um projeto experimental, quando na prática deveria ser encarada como parte da infraestrutura operacional.

Outro fator crítico é a capacitação digital. Pesquisas indicam que profissionais que compreendem como funcionam os agentes de IA tendem a enxergá-los como ferramentas de apoio, enquanto a falta de treinamento aumenta a percepção de risco e ameaça. A alfabetização em IA deixa de ser uma iniciativa opcional e passa a ser um requisito para que as organizações consigam transformar tecnologia em resultado concreto.

A experiência das companhias que avançaram nesse caminho aponta para uma conclusão clara: o maior retorno da IA não vem da automação de tarefas isoladas, mas do redesenho de processos completos. A transição da automação tradicional para a chamada automação inteligente envolve rever fluxos operacionais, reduzir redundâncias e comprimir ciclos de decisão. Em muitos casos, a principal mudança não está na tecnologia, mas na forma como o trabalho é organizado.

Esse redesenho precisa ser acompanhado por mecanismos de confiança. Tecnologias como marcas d’água digitais para conteúdo sintético surgem como elementos essenciais para garantir segurança e autenticidade em um ambiente cada vez mais automatizado. Sem confiança, a adoção de sistemas autônomos tende a permanecer limitada a projetos isolados.

Por isso, o desafio central de 2026 não será escolher as melhores ferramentas de IA. O verdadeiro desafio será liderar a transformação organizacional necessária para que essas ferramentas funcionem. Isso envolve definir métricas claras, investir em capacitação e criar estruturas capazes de orquestrar sistemas cada vez mais complexos.

O ecossistema em torno da IA continua avançando, mas os benefícios de adotá-la já foram comprovados. A questão agora é como as empresas conseguirão adaptar-se a este novo panorama. O diferencial competitivo não estará apenas na tecnologia adotada, mas na capacidade de redesenhar processos e preparar pessoas para trabalhar ao lado de sistemas autônomos.

*Por Tadashi Hata, Technology Observatory Head da GFT Technologies.

Tags: automação inteligenteGFT TechnologiesIA agêntica
IT Section

IT Section

IT Section é um portal de notícias, artigos, produtos, entrevistas e vídeos sobre tudo o que acontece no mercado de tecnologia.

Veja tambémArtigos

Foto: Divulgação
Opinião

A nova fase da inteligência artificial e o que esperar do segundo semestre de 2026

Foto: Divulgação
Opinião

Orquestração da IA agêntica completa o circuito da decisão no setor elétrico

Foto: Divulgação
Opinião

Cibersegurança invisível: condição imperativa para o varejo omnichannel

Foto: Divulgação
Opinião

Os desafios de medir o ROI da Inteligência Artificial nas empresas

Próximo Artigo
Foto: Divulgação

A nova fase da inteligência artificial e o que esperar do segundo semestre de 2026

Por favor, faça login para comentar

Categorias

  • Casos de sucesso
  • Entrevistas
  • Negócios
  • Notícias
  • Opinião
  • Produtos
  • RH
  • Segurança
  • Tecnologia
  • Arquivo
  • Erramos
  • Home
  • Política de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Sobre

IT Section © 2023 -Todos Direitos Reservados - Powered by ZionLab

Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas
  • Negócios
  • Segurança
  • Opinião
  • Tecnologia
  • Entrevistas
  • RH
  • Produtos
  • Além da TI
Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Para saber mais, visite nossa política de privacidade.