A Futurex, empresa especializada em segurança criptográfica e soluções de Hardware Security Modules (HSMs), reforçou sua estratégia de expansão no Brasil ao destacar o modelo de HSM em nuvem como alternativa para ampliar o acesso à proteção criptográfica. A proposta permite que empresas consumam recursos de segurança sob demanda, sem a necessidade de adquirir e manter infraestrutura física dedicada.
Segundo a empresa, o modelo de HSM como serviço (HSMaaS) busca atender organizações de diferentes portes, incluindo pequenas operadoras, adquirentes e fintechs, oferecendo maior flexibilidade para implementar mecanismos de proteção de dados e transações digitais.
HSM como serviço reduz barreiras de adoção
A Futurex afirma que o modelo em nuvem elimina etapas relacionadas à aquisição, manutenção e atualização de equipamentos dedicados, permitindo que empresas implementem serviços criptográficos com maior agilidade e previsibilidade de custos.
A iniciativa ocorre em um cenário de aumento das preocupações com segurança digital. De acordo com um estudo da Global Anti-Scam Alliance, o Brasil registrou perdas de aproximadamente R$ 297,7 bilhões com fraudes em 2024, reforçando a necessidade de ampliar mecanismos de proteção para dados e identidades digitais.
“O modelo em nuvem redefine o papel do HSM nas organizações. Ele deixa de ser um componente físico de alto custo para se tornar um serviço escalável, integrado e alinhado à dinâmica dos negócios digitais”, afirma Rafael Silva, diretor técnico da empresa no Brasil. “Isso abre espaço para inovação, especialmente em mercados como pagamentos, onde velocidade, compliance e segurança precisam caminhar juntos.”
Solução atende ambientes híbridos e multicloud
Segundo a Futurex, a oferta de HSM em nuvem foi desenvolvida para operar em ambientes multicloud e híbridos, garantindo interoperabilidade, alta disponibilidade e conformidade com padrões internacionais de segurança.
A empresa destaca que a solução atende requisitos como PCI-DSS e outras normas globais de proteção de dados, permitindo que organizações ampliem seus serviços criptográficos de forma escalável diante do crescimento das transações digitais e da evolução das ameaças cibernéticas.





