A Aiqon, hub de inteligência em cybersecurity, registrou crescimento de 43% em sua operação de distribuição em 2025. Segundo a empresa, o avanço está relacionado à combinação de portfólio inovador, programas de financiamento ao canal e forte investimento em capacitação técnica.
“Essa conquista é fruto da nossa estratégia, unimos um portfólio inovador e com excelente custo benefício a uma oferta de financiamento do canal que acelera a adoção, em todo o ecossistema, de algumas das mais avançadas soluções de Cybersecurity”, explica Thiago Felippe, CEO da Aiqon. “Num mercado sensível a preço como o Brasil, excelência técnica e flexibilidade de pagamento fazem a diferença”.
Canal orientado a Security as a Service
De acordo com a companhia, 80% dos parceiros comercializam Security as a Service em conjunto com as tecnologias distribuídas pela Aiqon. Metade do canal é formada por MSSPs com estrutura técnica e de gestão para ofertar segurança como serviço. Os demais atuam em modelo híbrido, combinando venda de licenças com serviços gerenciados.
Para Matheus Nascimento, Diretor de Operações da Aiqon, a inovação constante é um dos diferenciais da empresa. “Pesquisamos sem cessar novos conceitos, vendors e ofertas que vêm ao encontro dos desafios dos CISOs brasileiros. Isso nos permite colocar ao alcance do canal plataformas disruptivas e não tão conhecidas, frequentemente com um custo mais acessível para o mercado. O parceiro Aiqon às vezes é o primeiro a apresentar essas marcas para o cliente, posicionando-se como um trusted advisor que vai além do arroz com feijão do mercado”.
Segundo o executivo, o modelo fortalece o posicionamento consultivo do parceiro e amplia o valor agregado entregue aos clientes.
Treinamento e certificação como estratégia
Outro pilar do modelo de negócios é a capacitação contínua do canal. A empresa oferece programas de treinamento e certificação, com conteúdos técnicos e roteiros práticos disponíveis em um Portal do Parceiro em formato self service.
“Nosso Portal do Parceiro conta com conteúdos avançados e roteiros práticos de ação, tudo ofertado num modelo self service”, detalha Nascimento. “Isso colabora para que o canal Aiqon seja ágil, autossuficiente e plenamente capacitado para atender as demandas de seus clientes”.
A estratégia busca acelerar a adoção de novas tecnologias de cybersecurity e apoiar os parceiros na execução de projetos com maior eficiência e retorno financeiro.
Portfólio estruturado em três pilares
O portfólio da Aiqon está organizado em três frentes principais. A primeira é Gestão de Identidade e Acesso, com ofertas como PAM, ITDR e IAM, voltadas ao fortalecimento da proteção de credenciais e ao controle de acessos em ambientes cada vez mais distribuídos e baseados em cloud computing.
A segunda frente é Proteção de APIs, com soluções destinadas a mitigar riscos em aplicações modernas que operam com integração constante entre sistemas de diferentes empresas. A empresa destaca que APIs críticas, especialmente em setores como o financeiro, podem se tornar vetores relevantes de ataque.
O terceiro pilar é Endpoint Security, com soluções de EDR que monitoram continuamente dispositivos como PCs, notebooks e smartphones, permitindo identificar e bloquear atividades suspeitas e responder a incidentes de forma centralizada e automatizada.
Para Thiago Felippe, o cenário de ameaças tende a se sofisticar ainda mais em 2026. “O ecossistema Aiqon trabalha de forma holística para ajudar o CISO e os líderes das empresas usuárias a antecipar e bloquear ameaças, remediando falhas e atualizando as políticas de cybersecurity. Nossa meta é fazer isso com a máxima agilidade e consistência e com uma oferta de valor com excelente custo benefício”.





