A Elytron Cybersecurity anunciou o lançamento do Cybersecurity Fusion Framework, abordagem voltada à resposta e disrupção de ciberataques em tempo real. Segundo a companhia, a solução foi desenvolvida para atuar além da contenção tradicional de TI, utilizando inteligência de ameaças, análise forense e automação para interromper ataques com precisão operacional.
O framework foi criado dentro do Digital Fusion Unit, centro de excelência da Elytron voltado à proteção contra o cibercrime, reunindo áreas como cibersegurança, antifraude, investigações digitais, inteligência de ameaças e Open Source Intelligence.
Modelo busca reduzir impacto de ataques rápidos
De acordo com a empresa, o lançamento responde ao aumento da velocidade dos ataques cibernéticos e à crescente pressão sobre empresas que lidam com dados sensíveis e infraestruturas críticas.
A Elytron cita dados do CrowdStrike Global Threat Report 2026 que apontam redução de 65% no tempo necessário para a efetivação de ataques entre 2024 e 2025. O relatório também registra casos em que o intervalo entre o acesso inicial e o movimento lateral do invasor foi de apenas 27 segundos.
Segundo Daniel Tupinambá, CISO Strategy da Elytron, o diferencial da solução está na integração entre diferentes áreas de segurança e investigação.
“Também resolve a ineficiência operacional, dos alertas excessivos e da falta de pessoal qualificado por meio do uso de monitoramento automatizado e inteligência de ameaças”, comenta Tupinambá.
Framework integra SOC, DFIR e inteligência de ameaças
Segundo a companhia, o Cybersecurity Fusion Framework unifica operações de segurança (SOC), resposta a incidentes (DFIR) e inteligência de ameaças (Threat Intel), apoiados por modelos de inteligência artificial.
A proposta é permitir respostas mais rápidas durante incidentes críticos, reduzindo improvisos e ampliando a capacidade de tomada de decisão em ataques complexos, como fraudes internas, extorsões, deepfakes e invasões orientadas por inteligência artificial.
De acordo com Daniel Tupinambá, o framework foi projetado para criar uma estrutura integrada de resposta com capacidade forense avançada.
“Nosso histórico estratégico reforça que contas de altíssimo valor (Curva AAA) nos setores financeiro e de saúde são as que mais necessitam e investem nessa fusão de cibersegurança e forense para proteger o negócio contra fraudes”, informa o executivo.
Setores críticos estão entre os principais alvos
A Elytron afirma que a solução foi desenvolvida para atender organizações que concentram altos volumes de dados sensíveis e figuram entre os principais alvos do cibercrime.
Entre os setores destacados estão mercado financeiro, fintechs, seguradoras, saúde, indústria farmacêutica, varejo, telecomunicações, tecnologia e indústria.
O modelo de operação é baseado em Security as a Service (SaaS) e serviços gerenciados. Segundo a empresa, a gestão da segurança ocorre na infraestrutura do provedor, com integração leve aos ambientes dos clientes por meio de APIs, webhooks e agentes de endpoint.





