A Blockbit anunciou sua entrada no Microsoft Active Protections Program (MAPP), iniciativa global da Microsoft voltada ao compartilhamento antecipado de informações sobre vulnerabilidades de segurança. Com a adesão, a empresa se torna a primeira da América do Sul a integrar o programa, que reúne fornecedores selecionados para fortalecer a proteção contra ameaças cibernéticas emergentes.
O MAPP, criado pelo Microsoft Security Response Center, fornece dados técnicos sobre falhas de segurança antes da divulgação pública de correções e boletins oficiais. A proposta é permitir que empresas de cibersegurança desenvolvam mecanismos de defesa com antecedência, reduzindo o tempo de exposição a ataques e ampliando a proteção de organizações em escala global.
Acesso antecipado fortalece resposta a ameaças
Com a entrada no programa, o Blockbit Labs passa a receber informações técnicas antecipadas sobre vulnerabilidades, permitindo acelerar a criação de assinaturas de proteção, regras de detecção e mecanismos de mitigação. Esses dados também reforçam a produção de inteligência de ameaças aplicada aos produtos da companhia.
Segundo Eduardo Bouças, CEO da Blockbit, a participação representa um marco para a empresa e para o mercado brasileiro de cibersegurança. “A parceria com a Microsoft representa um marco importante não apenas para a Blockbit, mas também para a indústria brasileira de cibersegurança. Em um cenário de ameaças cada vez mais sofisticado e automatizado, a colaboração entre fabricantes, pesquisadores e provedores de tecnologia tornou-se fundamental para fortalecer a proteção das organizações. O MAPP é a iniciativa mais relevante do setor de cibersegurança no mundo”, explica.
Impacto direto na proteção de clientes
De acordo com a empresa, o principal ganho da participação no MAPP está na capacidade de reduzir a exposição de clientes a ataques cibernéticos, ao antecipar o desenvolvimento de proteções antes da divulgação pública de vulnerabilidades.
“Mais importante do que o reconhecimento é o impacto prático para os nossos clientes. O acesso antecipado a informações sobre vulnerabilidades nos permite acelerar a criação de mecanismos de proteção, reduzir significativamente a exposição a ataques e fortalecer a segurança de milhares de empresas e milhões de usuários protegidos pelas nossas soluções”, complementa Bouças.
As informações recebidas pelo programa serão integradas ao ecossistema de cibersegurança da Blockbit, que inclui soluções como XDR, NGFW, SD-WAN, SIEM e SOAR. O objetivo é potencializar o Blockbit Cyber Threat Intelligence (CTI), motor responsável por alimentar a detecção e resposta a ameaças em toda a base de clientes da companhia.





